Susie Wiles, chefe de gabinete, concedeu entrevistas para a Vanity Fair sobre o funcionamento interno da Casa Branca, em meio a uma matéria que inclui retratos de alto contraste dos principais auxiliares de Trump. A revista listou 11 entrevistas conduzidas por Chris Whipple.
A reportagem gerou debates: críticos elogiaram a apuração e as fotos sem retoques, consideradas um escrutínio necessário do núcleo do governo. Amigos de Trump defenderam o trabalho, classificando-o como arbitrário e prejudicial à imagem da equipe.
As imagens, capturadas por Christopher Anderson, mostraram Wiles, seu delegado Stephen Miller, a porta-voz Karoline Leavitt e o secretário de Estado Marco Rubio em retratos próximos e intensos. A circulação das fotos levantou dúvidas sobre o objetivo fotográfico da publicação.
Reações e veracidade
Wiles reagiu, descrevendo a matéria como desonestamente enquadrada, enquanto Rubio afirmou que as fotos e falas foram apresentadas sem contexto. Defensa de cargos políticos também criticou a peça, alegando manipulação de edição e de conteúdo.
A revista defendeu o material fotográfico, com o fotógrafo destacando que não houve retouching de marcas ou enfermidades. Anderson afirmou ter mantido o estilo de retratos próximos, alegando revelar a visão do momento sem alterar características.
Apolinado, o jornal The New York Times informou que Whipple tinha divulgado um áudio de Wiles comentando sobre Elon Musk, episódio que a entrevistada nega posteriormente. A cobertura também mencionou controvérsias em torno de imagens de Leavitt.
Outras leituras públicas combinaram reações variadas: apoiadores de Trump defenderam a equipe e atacaram o veículo, enquanto críticos ressaltaram a importância de transparência sobre o funcionamento da administração.
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