O sistema de saúde dos EUA enfrenta cortes que afetam principalmente os mais pobres. A administração corta subsídios da ACA para financiar cortes de impostos, o que pode deixar milhões sem seguro. A resposta política envolve mudanças no Medicaid e no CHIP.
Analistas apontam que a medida eleva o risco de desfinanciamento do Medicare, já sob pressão por mudanças orçamentárias. Entidades de saúde alertam para impactos no acesso a serviços básicos e à proteção social de famílias de baixa renda.
Enquanto isso, há investimentos bilionários em biotecnologia voltados à longevidade. Ações promovem avanços que buscam reverter danos celulares e expandir a vida útil. O montante total investido nos últimos 25 anos supera bilhões de dólares.
Investimentos em longevidade
Sam Altman, da OpenAI, investiu 180 milhões de dólares na Retro Biosciences, empresa que mira reprogramar células envelhecidas. Outros bilionários, como Eric Schmidt e Vinod Khosla, investem em NewLimit para reduzir o envelhecimento celular.
Marcos de foco alternativo vêm de Mark Zuckerberg, cuja fundação está priorizando a interseção entre biologia e IA para tratar doenças. Os aportes destacam uma tendência de recursos privados para pesquisas de longevity.
Impactos na saúde pública
Dados de 2023 indicam que a expectativa de vida nos EUA é menor do que em 2010, com queda em comparação a nações ricas. A pobreza maior entre populações vulneráveis contribui para disparidades em mortalidade infantil e mortalidade geral.
Economistas e estudos associam altos gastos com saúde a desigualdade estrutural. A concentração de renda explica parte das diferenças de saúde entre ricos e pobres, incluindo acesso a prevenção e tratamento.
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