Marília Ferreira de Alencar, delegada da PF, foi condenada pelo STF por envolvimento na trama golpista e está em prisão domiciliar. Ela pediu autorização para receber visitas de familiares no período de Ano-Novo, entre 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2026, em Brasília.
A defesa protocolou o pedido na quarta-feira, solicitando urgência ao ministro Alexandre de Moraes. A decisão de manter a prisão domiciliar para os demais envolveados foi tomada na semana passada, após a tentativa de fuga do ex-diretor da PRF Silvinei Vasques.
Entre os visitantes, a defesa lista seis parentes e três funcionários domésticos. São dois sobrinhos, o namorado de uma das filhas, a mãe e o irmão da delegada. Também pedem que uma faxineira, uma empregada e um jardineiro frequentem a residência diariamente.
Condenação e enquadramento
Marília foi condenada a 8 anos e 6 meses de prisão. Ela é a única mulher denunciada pela PGR no caso, e supostamente colaborou para impedir votos de eleitores do Nordeste no segundo turno de 2022. A defesa segue negando o envolvimento e cabem recursos. A urgência foi destacada na defesa.
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