Nintendo of America voltou a enfrentar alegações trabalhistas, conforme apuração do Game File. Novas acusações citam violação de leis trabalhistas ao lidar com organização de trabalhadores e atividades sindicais. Os crimes, registrados em 17 de dezembro e 6 de janeiro, envolvem a Nintendo e a empresa de serviços de TI Teksystems. As acusações apontam violações aos artigos 8(a)(4) e 8(a)(1) da NLRA.
As acusações são de demissão, layoff ou recusa de contratação, além de retaliação contra atividades coletivas. O 8(a)(1) proíbe interferir com o direito dos empregados de se organizarem, formarem sindicatos e buscarem proteção mútua. Ainda não ficou claro o que motivou o conflito específico neste caso.
Contexto histórico
A controvérsia anterior envolve um acordo de 26 mil dólares relativo a um ex-tester que alegou conduta inadequada durante o período de trabalho. O caso ganhou notoriedade após relatos sobre tentativas de sindicalização e condições de trabalho na sede na América do Norte.
Em desdobramentos, a Nintendo reduziu alguns contratos para vagas em tempo integral, mantendo ou ajustando outras funções. Segundo reportagens, houve preocupação interna de terceirizar setores de atendimento ao cliente antes da temporada de lançamento do Switch 2. As partes envolvidas não divulgaram declarações oficiais até o momento.
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