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Bolsonaro solicita prisão domiciliar, mas ganha melhora na Papudinha

Moraes mantém Bolsonaro na penitenciária; transferência para a Papudinha é apresentada como melhoria de condições, não prisão domiciliar

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Jair Bolsonaro foi transferido da cela da Polícia Federal para a chamada Papudinha, após queixas sobre a carceragem. A mudança ocorreu por avaliação de que o novo espaço oferece melhores condições. Moraes foi quem decidiu pela permanência do ex-presidente em ambiente prisional.

O jornalista Leonardo Sakamoto, em reportagem para o UOL News, afirma que o pedido de prisão domiciliar, pela defesa, ficou sem efeito. A interpretação é de que a decisão manteve Bolsonaro em regime penitenciário comum, não permitindo a domiciliar.

A Papudinha tem 65 metros quadrados, com área externa, cozinha e banheiros, conforme descrito por Moraes. Segundo o STF, a mudança não representa privilégio, mas melhora de condições dentro da prisão, mantendo o cumprimento da pena.

Juristas ouvidos pelo UOL destacam que a alteração faz sentido sob o argumento de cumprimento de pena em penitenciária, já que o trânsito em julgado da decisão existe. Bolsonaro, portanto, permanece sob custódia em espaço prisional.

Contexto institucional

A decisão envolve a Justiça brasileira e o STF na análise de condições de cumprimento de pena. A troca entre unidades prisionais ocorreu após avaliação de representação da defesa e da argumentação sobre saúde.

Repercussão e próximos passos

Especialistas ressaltam que mudanças de unidade prisional costumam depender de avaliações de segurança, estrutura e condições de isolamento. A continuidade do regime carcerário é mantida, sem previsão de medidas de comparecimento domiciliar.

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