O senador Magno Malta (PL-ES) foi impedido de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Complexo Penitenciário da Papudinha, no DF, neste sábado (17). A negativa ocorreu porque não havia autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes. A polícia informou que apenas familiares autorizados possuem visitação permanente.
Segundo o documento encaminhado ao relator, a abordagem durou cerca de meia hora. O comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar, Allenson Nascimento Lopes, explicou que a visita precisava de cadastro prévio e de autorização expressa do STF, conforme a decisão na execução penal. Malta não teria esse aval.
Ainda conforme o ofício, Malta questionou se poderia orar por Bolsonaro. Foi comunicado que a assistência religiosa segue a disciplina da decisão judicial, restrita a pessoas, dias e horários autorizados, não havendo autorização para o caso. A atuação foi descrita como alinhada aos princípios constitucionais e à decisão do STF na ação penal.
Participação na caminhada e estado do senador
Malta participou, de cadeira de rodas, da chamada caminhada da liberdade, iniciada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). O trajeto de 240 km saiu de Paracatu (MG) e segue até Brasília, com uma manifestação prevista para a Praça do Cruzeiro neste domingo (25).
Entre na conversa da comunidade