Museveni ingressa no sétimo mandato aos 81 anos, enquanto Muhoozi Kainerugaba, seu filho e chefe das forças armadas, aparece como favorito para sucedê-lo. O cenário é de consolidação de poder e de marginalização de críticos, em Kampala.
Kainerugaba teve papel central na vitória eleitoral ao ordenar ações contra opositores e interromper o serviço de internet. Fontes próximas afirmam que ele supervisionou a ação de repressão, fortalecendo seu controle sobre a segurança.
Ao longo do pleito, forças de segurança dispersaram com violência comícios da oposição. Também houve detenções de apoiadores e relatos de confrontos, conforme relatos de fontes públicas e privadas.
A estratégia de poder de Muhoozi
Segundo fontes internas, Xadrez de substituição envolve aumento de salários de membros das forças, promoção de oficiais fiéis e uma retórica de combate aos adversários políticos. A posição dele na esfera de segurança é vista como decisiva para a transição.
Embora Museveni não tenha comentado publicamente sobre a sucessão, autoridades e analistas apontam que a família desempenha papel central. O vice se tornaria temporariamente responsável pela transição, com planos de formalizar o processo posteriormente.
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