Dois dias de protestos intensificaram uma onda de manifestações em várias cidades dos EUA após a morte de Alex Pretti, enfermeiro registrado em Minneapolis. Pretti foi morto por agentes federais em Minneapolis, durante uma troca de tiros ocorrida na tarde de sábado. O caso ocorre em meio a um aumento de operações de imigração que gera indignação entre manifestantes.
Milhares participaram de atos em Minneapolis, Nova York, Boston e Providence, em Rhode Island. Os protestos ocorreram sob frio intenso, com pessoas expressando apoio a Pretti e denunciando ações de autoridades de imigração. Em Nova York, a multidão ocupou a Union Square para protestar contra a atuação do ICE.
O que aconteceu e quem está envolvido
Em Minneapolis, Pretti, morador local e enfermeiro do Minneapolis VA Health Care System, foi atingido por múltiplos disparos durante o confronto com agentes federais. Vídeos mostram o momento em que Pretti é derrubado durante a interferência com um observador que foi empurrado. A versão oficial afirma que Pretti teria se aproximado de agentes com uma arma, informação contestada por registros visuais.
Contexto local e respostas oficiais
O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, afirmou que Pretti era proprietário de uma arma com licença para portar, conforme a legislação local. O Departamento de Segurança Interna e a secretária Kristi Noem sustentam a versão de que houve tentativa de desarme por parte dos agentes, embora imagens públicas não comprovem a posse de arma no momento.
Desdobramentos e mobilização contínua
Em Providence, centenas de pessoas se reuniram diante da sede estadual do DHS para protestar. Em Boston, os manifestantes realizaram marchas com cânticos contra o ICE, enquanto em Nova York, a cidade reiterou demandas pela abolição da agência e por responsabilização de agentes. Os atos seguem acalorados enquanto autoridades investigam o caso.
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