Jones Manoel negocia filiação ao PSOL para disputar deputado federal. O historiador atua hoje no PCBR, dissidência do PCB que não tem registro eleitoral, e avalia a migração para o PSOL por motivos estratégicos de candidatura.
Em manifesto publicado nesta segunda-feira 26, Jones afirma que a esquerda precisa enfrentar um sistema que alimenta pobreza, fome e guerras. A filiação, segundo ele, seria democrática e permitiria dialogar com juventude e trabalhadores sem abrir mão da independência política.
CartaCapital procurou Jones e o PSOL para comentar a possibilidade, mas não houve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto.
Jones Manoel, 36 anos, é graduado em História e mestre em Serviço Social pela UFPE. Sua atuação ganhou projeção nas redes sociais, com forte alcance entre seguidores e interlocutores do movimento comunista. Em 2022, disputou o governo de Pernambuco, obtendo quase 34 mil votos e não se elegendo.
Em conteúdos anteriores, o historiador apresentou o Manual do Jones, programa no qual aborda fascismo, liberalismo e racismo estrutural. Recentemente, tornou-se alvo de ameaças por e-mail de uma organização neonazista, segundo reportagens associadas ao tema.
Entre na conversa da comunidade