O presidente Lula não pediu para a base do governo barrar a convocação de seu filho pela CPMI do INSS, segundo a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais). A afirmação foi feita em um café da manhã com jornalistas.
Gleisi disse que Lula orientou que tudo seja apurado, mas que a CPMI deve convocar apenas quem tenha relação com os descontos associativos. A defesa de Lulinha vê as citações como tentativas de desgaste.
A Polícia Federal investiga se Lulinha atuou como sócio oculto de um empresário ligado ao INSS, por meio de uma amiga em comum. A PF busca esclarecer possíveis desvios envolvendo o tema.
Investigações em curso e foco da CPMI
A acusação envolve citações a Lulinha no inquérito sobre desvios no INSS, com apuração de ligações com o empresário conhecido como Careca do INSS. A defesa nega envolvimento e classifica as informações como ilações.
A gestão federal ressalta que a prioridade é apurar os descontos e os consignados, mantendo o foco institucional. A equipe do Planalto avalia que uma eventual convocação de Lulinha pode impactar a imagem do governo em ano eleitoral.
Lula já havia comentado, em dezembro, sobre a necessidade de investigação de todos os envolvidos, sem especificar pessoas. Auxiliares afirmam que o objetivo é demonstrar independência da Polícia Federal e evitar blindagens.
Entre na conversa da comunidade