O governo acionou a Polícia Federal para apurar a origem de supostas fake news sobre mudanças no Bolsa Família. A identificação de boatos envolve critérios de adesão e manutenção do benefício para famílias assistidas. As informações circulavam nas redes sociais.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, informou que as mensagens falsas não representam decisões oficiais do governo. A investigação está em sigilo, mas já teve start formal pela PF, segundo o ministry.
A PF já está em campo para identificar autores e evitar prejuízos aos beneficiários, conforme afirma o ministro. Dias disse que a prática é criminosa e visa causar pânico e prejuízos, especialmente em períodos eleitorais.
Não houve confirmação de mudanças condicionando o recebimento a ter filhos. Dias criticou o conteúdo como incorreto e preconceituoso, destacando que não há condicionalidade do tipo.
Operação e estrutura de fiscalização
A rede federal de fiscalização do programa foi acionada assim que surgiram denúncias, envolvendo diferentes órgãos. As investigações visam esclarecer a origem das informações e responsabilizar os responsáveis.
O Bolsa Família atende 18,7 milhões de famílias, correspondendo a 49 milhões de pessoas, conforme dados divulgados recentemente. Em janeiro, o governo estima gastar 13,1 bilhões de reais com os pagamentos, com valor médio de 697 reais.
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