Um homem de 71 anos, George Zinn, foi a julgamento nesta semana em Provo, Utah, após confessar parcialmente delitos ligados ao caso que envolve a morte de Charlie Kirk, ocorrido em 10 de setembro de 2025 na Utah Valley University (UVU). Zinn afirmou não contestar acusações reduzidas de obstrução de justiça e de exploração sexual de menores.
Segundo os documentos do caso, Zinn gritou que havia atirado na vítima logo após o tiroteio na UVU e foi contido por policiais. Após um episódio médico, ele disse à polícia que ficaria satisfeito em ter dito que atirou para que o suposto culpado real pudesse fugir. Também relatou possuir material de abuso infantil em seu celular.
A Justiça o condenou a uma pena que varia entre 1 e 15 anos pela exploração sexual de menores, somada a até 5 anos pela obstrução de justiça. A decisão final dependerá da determinação de liberdade condicional pelo conselho estadual de Utah. A soma das penas foi anunciada por veículos locais, como KSL e ABC 4.
A trajetória criminal de Zinn no estado de Utah remonta a décadas, incluindo registros de incidentes anteriores. Em paralelo, Tyler Robinson foi indiciado por homicídio agravado na investigação da morte de Kirk. Os promotores pretendem buscar a pena de morte contra Robinson, que nega as acusações.
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