O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta segunda-feira 2 da abertura do ano judiciário, no STF, em Brasília. Lula chegou ao Supremo por volta de 13h55 para acompanhar o início das atividades do Judiciário em 2026.
Na programação, Lula discursa ao fim da cerimônia, após os discursos do presidente do STF, Edson Fachin, do presidente da OAB, Beto Simonetti, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco. A presença ocorre em meio a controvérsias sobre o caso Master.
O caso Master ganhou destaque por discutirem-se ações do sistema financeiro, fiscalização de instituições privadas e o papel do Judiciário na apuração de irregularidades econômicas. Críticas a medidas de Dias Toffoli foram registradas por setores políticos e jurídicos.
Desdobramentos do Caso Master
Novos desdobramentos envolveram fundos vinculados ao Master adquirindo participação de irmãos de um ministro do STF em um resort no Paraná. Informações sobre esse investimento ampliaram o debate sobre conflitos de interesse.
Ainda conforme reportagens, o ex-ministro Ricardo Lewandowski teria relação com o caso: o escritório dele recebeu 5 milhões do Banco Master para serviços de consultoria, segundo o portal Metrópoles. O contrato foi mantido após Lewandowski assumir o Ministério da Justiça, em 2024.
As consequências do caso Master têm mobilizado autoridades, provocado reações no mercado e elevando a atenção sobre grupos financeiros. O tema é visto como teste para o sistema de controle e a resposta das instituições diante de crises com impacto econômico.
— Esta reportagem está em atualização.
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