O ex-ministro britânico Peter Mandelson anunciou sua renúncia como membro do Partido Trabalhista, de Keir Starmer, após surgirem novas informações sobre seus vínculos com Jeffrey Epstein. A confirmação veio pela imprensa britânica em 1º de fevereiro, em Londres.
Mandelson, que já havia sido afastado pelo próprio Starmer como embaixador britânico nos EUA, afirmou que não deseja causar constrangimento adicional ao partido e, por isso, pediu a saída da sigla. Segundo relatos, ele também disse que investigará as alegações sobre pagamentos supostos recebidos de Epstein.
O político, figura central do Labour nas gestões de Tony Blair nos anos 1990, já enfrentou controvérsias anteriores. Em 1998, deixou o cargo de ministro do Comércio após questionamentos sobre um empréstimo para comprar uma casa. Ele também já foi ministro citado em vínculos com um caso de passaportes, herdando reavaliações públicas ao longo da carreira.
Mandelson permanece em licença do Parlamento Britânico, ocupando posição de senador na Câmara Alta em regime suspenso. Não houve, até o momento, confirmação adicional de investigações em andamento ou desdobramentos legais no país.
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