Após a Caminhada da Liberdade, promovida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), parlamentares de direita organizam novo trajeto pelas três unidades do Sul. O ato é descrito como simbólico e entendido como início de um movimento, não seu fim.
O percurso segue após caminhada realizada em RS, com liderança regional de Capitão Martim (Republicanos-RS). A etapa seguinte fica a cargo do deputado Sargento Lima (PL-SC), em Santa Catarina, e, posteriormente, da jornalista Cristina Graeml (União), no Paraná.
Segundo Martim, a ação pretende desdobrar-se em movimentos municipais já a partir do Rio Grande do Sul, ampliando o alcance para outras regiões. A ideia é manter o ritmo de mobilização e representar pautas defendidas pelo grupo.
Nikolas Ferreira percorreu mais de 240 km entre Paracatu (MG) e Brasília, recebendo apoio de políticos, influenciadores e apoiadores. Ao chegar a Brasília, em 25 de janeiro, o grupo participou de uma manifestação que reuniu cerca de 18 mil pessoas.
A manifestação na capital federal reforçou pautas como a defesa de Jair Bolsonaro (PL) e críticas a decisões do STF, além do apoio aos réus de 8 de janeiro. O objetivo é manter a pressão política e aumentar a organização em diferentes cidades.
Durante o trajeto, moradores exibiram receio de se manifestar publicamente em alguns trechos. A avaliação de participantes é de que atos diferentes podem despertar maior engajamento e ampliar o movimento.
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