Donald Trump enfrenta críticas por reverter proteções ambientais, em desacordo com promessas de saúde pública. Um relatório do Centro de Progresso Americano (CAP) afirma que a EPA sob Lee Zeldin está afrouxando regras de poluição, o que, na visão do CAP, contraria a agenda Maha.
O estudo sustenta que a administração busca eliminar políticas consideradas supostamente “desperdiçadas”, fragilizando padrões de qualidade do ar e abrindo exceções para instalações industriais. A CAP diz que crianças ficariam expostas a poluentes tóxicos.
Segundo o CAP, as mudanças envolvem propostas de revogar padrões como o MATS, que limitam mercúrio e outros poluentes de usinas. Também haveria atraso no cumprimento de limites de metano na indústria de óleo e gás.
Contexto e reações
A CAP afirma que a agenda Maha visa reduzir doenças crônicas na infância, incluindo câncer e problemas cardíacos. A agência reage, afirmando estar alinhada com a proteção ambiental e a saúde pública.
Um porta-voz da EPA rebate que as ações fortalecem a proteção à saúde, citando quedas de emissões previstas e avanços inaugurais em proteção ambiental. A EPA também destaca que diversas vitórias ambientais foram obtidas nos últimos anos.
Impactos e próximos passos
O relatório aponta que 170 usinas podem pleitear isenções de emissões, com mais de 565 mil crianças morando a até três milhas de instalações sujeitas a isenções. A CAP ressalta riscos associados a poluentes que agravam doenças respiratórias.
Especialistas ouvidos pelo CAP questionam o ritmo de afrouxamento regulatório e apontam necessidade de regras mais severas para reduzir custos de saúde pública. O debate envolve também impactos na saúde infantil e na fertilidade.
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