O segundo turno das eleições de 2026 registrou 1.516 urnas substituídas em todo o Brasil até as 18h deste domingo (25), segundo relatório divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Sudeste concentrou o maior número de ocorrências, seguido pelo Nordeste e pelo Sul, mas, apesar das substituições, nenhuma seção eleitoral precisou recorrer à votação manual.
Entre os estados, São Paulo liderou as ocorrências, com 293 urnas substituídas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 157, e pelo Paraná, com 140. Na outra ponta, Acre, Amapá, Roraima e Tocantins registraram os menores números do país, com quatro substituições cada.
O Sudeste liderou o número de ocorrências, com 620 urnas substituídas. Com São Paulo seguido pelo Rio de Janeiro, e por Minas Gerais, com 123.
+Polícias prendem 15 pessoas em todo o país no segundo turno
O Nordeste apareceu na segunda posição, com 426 urnas substituídas. A Bahia concentrou o maior número de ocorrências, com 102 equipamentos trocados, seguida por Pernambuco, com 81, e pelo Ceará, com 67.
O Sul contabilizou 320 urnas substituídas, o terceiro maior total entre as regiões. O Paraná liderou, com 140 substituições, seguido por Santa Catarina, com 94, e pelo Rio Grande do Sul, com 86.
O Centro-Oeste registrou 87 urnas substituídas durante a votação. Goiás apresentou o maior número de ocorrências, com 33 equipamentos trocados, seguido por Mato Grosso, com 24, e Mato Grosso do Sul, com 17.
+Chuva altera locais de votação em quatro cidades do Sul do país
O Norte teve o menor número de ocorrências do país, com 63 urnas substituídas. O Pará liderou a região, com 30 substituições, seguido pelo Amazonas, com 11, e por Rondônia, com seis.
Entre na conversa da comunidade