O ex-presidente do Rioprevidência foi preso temporariamente após a PF revelar indícios de irregularidades envolvendo um segundo apartamento alugado no mesmo prédio, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. A operação ocorreu no dia 23 de janeiro, durante buscas no imóvel.
Investigadores apuraram que malas teriam sido retiradas do segundo apartamento e que imagens das câmeras de segurança teriam sido apagadas. A polícia pediu a prisão com base na suspeita de ocultação de provas na investigação.
Ponto de partida da prisão
Deivis Marcon Antunes foi detido na terça-feira (3), ao retornar de São Paulo para o Rio, após desembarcar no Aeroporto de Guarulhos vindo de Los Angeles. Ele nega as acusações.
Versão apresentada pelo investigado
O ex-presidente disse que o segundo imóvel serve para receber parentes e amigos de Santa Catarina, seu estado natal. Ele afirmou que o homem visto retirando as malas é amigo de infância, sem relação com os autos.
Prisões relacionadas
Na noite de terça, Rodrigo, amigo apontado por Deivis, e o irmão dele, Rafael, foram presos em Itapema, Santa Catarina, sob mandados temporários. Não foram detalhadas as acusações contra eles.
Situação processual
Deivis foi encaminhado ao presídio de Benfica, na zona norte do Rio. A audiência de custódia está prevista para quarta-feira (4). A PF continua apurando os demais desdobramentos do caso Master.
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