O presidente Lula se prepara para disputar a próxima eleição, vista como a última de sua vida política. As pesquisas indicam desafio semelhante ao segundo turno de 2022, com vitória de menos de 2 milhões de votos em relação a Jair Bolsonaro.
A disputa pode seguir com a direita dividida, incluindo vários concorrentes; entre eles deve estar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Para o mercado financeiro, pouco importa quem seja o candidato anti-Lula, desde que haja derrota do atual presidente.
Ações digitais e plataformas enfrentam resistências a regras sobre conteúdo, o que deve impactar a comunicação da campanha de Lula. As grandes redes, como X e Instagram, são citadas como atuantes nesse cenário.
O Tribunal Superior Eleitoral deixará de ter Alexandre de Moraes à frente, passando a contar com Nunes Marques, indicado por Bolsonaro ao STF.
Cenário eleitoral e impactos
Lula pode ter desempenho expressivo no Nordeste, com chances de vitória ainda no primeiro turno, conforme afirma Jaques Wagner, líder do governo no Senado.
A avaliação do senador é tema de entrevista do repórter André Barrocal, que aborda também o escândalo envolvendo o banco Master e o tamanho das emendas parlamentares.
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