O primeiro dia completo dos Jogos de Inverno, realizados em Milão e Cortina d’Ampezzo, foi marcado por violência entre manifestantes e forças de segurança nos arredores do evento. Em Milão, ocorrências também ligaram-se a ataques à rede ferroviária nacional.
A chefe do governo italiano, Giorgia Meloni, condenou os protestos contra os Jogos como inimigos da Itália, destacando o trabalho de milhares de italianos para a organização. Ela afirmou que imagens desses atos são exibidas ao redor do mundo e elogiou quem mantém as operações nos trilhos.
Ato de protesto em Milão
Um grupo de cerca de 100 manifestantes lançou artefatos pirotécnicos, bombas de fumaça e garrafas contra a polícia, após se separar do núcleo principal da marcha na cidade. A Polícia recorreu a jatos d’água para conter a confusão e deteve seis pessoas.
Estimativas indicam que cerca de 10 mil pessoas participaram de protesto relacionado a custos de moradia e preocupações ambientais vinculadas aos Jogos. As formações ocorreram de forma dispersa pelas ruas do centro milanês.
Sabotagem na infraestrutura ferroviária
No mesmo sábado, autoridades relataram danos a infraestrutura ferroviária perto de Bologna, no norte do país, interrompendo viagens de trens de alta velocidade, Intercity e regionais. Três incidentes distintos provocaram atrasos de até 2,5 horas.
Ainda não houve responsabilidade reivindicada pelos ataques aos trilhos. As autoridades investiga ções seguem para identificar autores e motivação, buscando evitar novas interrupções durante a programação olímpica.
Meloni reiterou apoio às forças de segurança e à cidade de Milão, destacando a importância de proteger a continuidade do evento e a imagem da Itália. O governo informou que a polícia ganhou novos poderes de prisão após violência em Turim.
As informações são apuradas pela imprensa internacional e repórteres no local, com base em fontes oficiais.
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