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MDB reage a rumores sobre vice de Lula e mira desgaste da oposição

MDB nega acordo para vice de Lula, vê balão de ensaio e alerta sobre impactos nas alianças estaduais; decisão depende de diretórios e convenção

O presidente Lula discursa durante cerimônia no Instituto Butantan, em São Paulo, no dia 9 de fevereiro de 2026 — Foto: Canal Gov/Reprodução
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O MDB reagiu de forma crítica aos rumores de que poderia indicar o vice de Lula na eleição de 2026. Lideranças do partido classificam a notícia como um balão de ensaio com objetivo de influenciar o cenário político antes da hora. A leitura é de que o entorno do PT tenta fragilizar alianças já estabelecidas.

Segundo emedebistas, qualquer apoio formal a Lula passaria por etapas rigorosas. Primeiro, convencimento dos diretórios estaduais, depois aprovação na convenção nacional, antes do debate sobre nomes para a chapa. O caminho é considerado longo e complexo.

A notícia aponta que o MDB ainda não definiu posição, diante de resistências internas. A maioria dos diretórios estaduais é cética em relação a uma composição com o PT, especialmente por impactos regionais no Sudeste e Sul do país.

Divergências internas

Líderes do MDB lembram que o partido tem parcelas de apoio a Lula apenas de forma estratégica, sem consenso consolidado. Renan Calheiros e Helder Barbalho são citados entre os apoiadores que defendem cautela e negociação mesclada com a realidade local.

A percepção interna é de que a oposicionismo regional pode se fortalecer caso haja uma ruptura com alianças atuais. Em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul, o MDB teme perder relevância se a pauta nacionalizar a aliança com Lula.

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