André Mendonça ficou responsável pela relatoria do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) após a saída de Dias Toffoli. O sorteio ocorreu na noite da última quinta-feira, dentro do sistema interno do STF, consolidando o ministro como figura-chave no cenário político em ano de eleição.
Mendonça já dirigia a investigação do STF sobre fraudes no INSS e passa a acumular poderes na Corte. Além disso, será vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dobradinha com Cristiano Zanin? [Observação: confirmar se o texto cita Nunes Marques como colega no TSE, para evitar erro factual], o que aumenta seu papel de atuação nos temas eleitorais.
O ministro foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele tem participação de apoio de setores do público político e da imprensa, com relatos de gratidão à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A trajetória no Senado enfrentou resistência de alguns integrantes da CCJ na época da sabatina.
Fontes de órgãos como PF, Banco Central e INSS, que acompanharam a decisão, reagiram de forma positiva à escolha de Mendonça. O senador Carlos Viana, relator da CPI do INSS, classificou a indicação como ótima notícia, destacando o potencial da nomeação para o andamento das apurações.
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