O STF mudou a condução do caso Master após a saída de Dias Toffoli da relatoria. André Mendonça foi sorteado como novo relator, enquanto a sessão revelou a conclusão de que a suspeição de Toffoli foi extinta e que os atos prestados por ele permanecem válidos. A decisão reforça a continuidade da investigação sem alterar o andamento do processo.
Conforme nota oficial assinada pelos dez ministros, o tribunal avaliou a arguição de suspeição de Toffoli como incabível e manteve o rito das apurações. O objetivo é preservar a autonomia do STF e assegurar a validade das medidas já adotadas na investigação do caso Master.
Segundo análises associadas ao tema, a mudança não interrompe as investigações envolvendo fraudes apontadas na operação, estimadas em 12 bilhões de reais, que se desdobram em outras frentes investigativas. A apuração continua com diligências que miram eventuais responsáveis.
Novo relator e continuidade da apuração
A indicação de Mendonça indica uma continuidade na linha de atuação já estabelecida pelo STF, com a preservação dos atos praticados sob a relatoria anterior. O objetivo é evitar ruídos institucionais e manter o andamento da investigação.
De acordo com fontes próximas ao caso, a redistribuição não altera o marco processual nem o material já coletado pela Polícia Federal. A investigação permanece sob sigilo efetivo até novas etapas da apuração, sem previsões de conclusão imediata.
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