A CPMI do INSS pode ter o desfecho levado ao Conselho de Ética após a confusão envolvendo a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, cuja quebra de sigilo foi aprovada hoje. A sessão ficou marcada por tumulto entre partidos e acusações de fraude na contagem de votos.
Ato de quebra de sigilo provocou disputa entre governistas e oposicionistas. Parlamentares do PT alegam irregularidades na condução do processo, enquanto o presidente da CPMI é alvo de críticas internas. A confusão ocorreu logo após a proclamação do resultado.
Entre os envolvidos, estão o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI, acusado de fraude na contabilização de votos, e o deputado Rogério Correia (PT-MG), acusado de agressão. Também houve troca de ataques entre líderes de partidos.
Luiz Lima (Novo-RJ) informou ter sido puxado por Correia ao tentar conter a briga. O deputado afirmou ter ficado com lesões no rosto durante a contenção, enquanto tentava separar parlamentares.
O líder do Novo, Marcel Van Hattem, anunciou que levará o caso ao Conselho de Ética e pediu a exclusão de Rogério Correia da CPMI. Correia negou as acusações, afirmando ter sido vítima de agressão e que existem imagens registradas.
O PT anunciou que vai pedir a anulação da votação de depoimento de Lulinha ao Senado. A solicitação foi feita ao presidente Davi Alcolumbre, que ainda não respondeu formalmente. Aécio não houve prazo definido para decisão.
A Procuradoria de Viana não comentou o assunto até o fechamento deste texto. A expectativa é de que o tema tenha desdobramentos no Conselho de Ética do Senado e, posteriormente, eventualmente em outras instâncias, conforme andamento das representações.
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