O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, defendeu a atuação do ex-relator do caso Master no STF, ministro Dias Toffoli, e minimizou críticas feitas pela imprensa. Motta afirmou que Toffoli cumpriu todos os pedidos com equilíbrio nas decisões.
Em entrevista ao Metrópoles, Motta disse que as decisões atenderam ao que o Ministério Público e a Polícia Federal solicitaram. Segundo ele, houve exagero na leitura dos papéis do ministro pela mídia e em parte do público.
Motta também criticou a atuação da CPI do Senado que investiga o caso Master, dizendo que o colegiado tenta fazer palanque eleitoral. O presidente ressaltou que a CPI tem escopo definido e não deveria desvirar o tema inicial.
Contexto da atuação do STF e deliberações
O caso Master ficou sob relatoria de Toffoli até 12 de fevereiro, quando o ministro deixou o caso após reunião do plenário. A redistribuição foi feita a André Mendonça, que hoje conduz a ação.
O STF informou, em nota, que Toffoli pediu a redistribuição por considerar altos interesses institucionais. A decisão ocorreu no contexto de investigações da Polícia Federal sobre o tema, com avanço de apurações.
Perspectivas sobre investigações e participação de autoridades
A PF, o Ministério Público e o STF seguem apurando possíveis irregularidades, com atenção dedicada ao tema. Toffoli esclareceu, em nota, a participação societária na empresa Maridt e negou qualquer relação pessoal ou financeira com o banqueiro envolvido no caso.
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