Para enfrentar Tarcísio de Freitas na disputa pelo governo de São Paulo, o PT reitera que não pode abrir mão de Fernando Haddad, seu principal nome no estado. Haddad é visto como peça central para manter o palanque do partido forte em 2026.
Segundo o colunista Felipe Salto, Haddad pode sustentar a liderança do PT em São Paulo e manter Lula próximo ao centro do projeto. A leitura é de que o ministro da Fazenda tem condições de ampliar coalizões e votos.
Salto afirma que o colégio eleitoral paulista é decisivo. Com Tarcísio bem avaliado, o PT não deve abrir mão de Haddad para não perder espaço estratégico no estado. A ideia, para ele, é positiva e não sacrifical.
> Haddad teve 44% contra Tarcísio em 2022, o que, na visão do colunista, sinaliza potencial para ampliar o palanque e favorecer Lula. O movimento também seria uma musculatura política para 2030.
Para o jornal, a estratégia pode pavimentar a ascensão de Haddad em 2030, seja pelo resultado nas urnas, seja pela função que ocupe no governo. A leitura é de ganho político para o grupo.
Para entender o contexto completo, a edição desta sexta-feira do A Hora traz mais entrevistas e análises. O programa está disponível em podcast, videocast e newsletter, com as informações completas.
- Daniela Lima: PT diverge sobre lançar Haddad em SP. A coluna aponta a importância de Haddad, mas ressalta dúvidas internas sobre a estratégia.
- Carla Araújo: decisão de Lula pode reorganizar o palanque em SP, com otimismo no entorno e foco em ganhos eleitorais.
- Kotscho: derrota de Haddad em SP não encerra o caminho para 2030, segundo o colunista, que cita trajetória de Lula.
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