O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, informou ao parlamento sobre uma acusada conspiração para desestabilizar o governo. Segundo ele, um suspeito teria contratado uma firma internacional de relações públicas para lançar uma ofensiva coordenada contra instituições nacionais antes das próximas eleições.
Anwar afirmou que a estratégia envolvia contato com agências de mídia, bancos e parlamentares desde agosto de 2024, com objetivo de durar até a próxima eleição, prevista para 2028. Segundo ele, documentos apontavam planos para difamar o governo e influenciar narrativas no exterior.
As informações foram apresentadas sem a identificação do suspeito ou da empresa de RP. A polícia investiga uma suposta conspiração para “sabotar a estabilidade nacional”, conforme relato oficial.
Desenvolvimento do caso e reações
Anwar citou a Bloomberg como uma das agências visadas pela suposta conspiração, sem detalhar evidências adicionais. A Bloomberg não respondeu a pedidos de comentário.
Uma comissão governamental especial investiga acusações de que o chefe da MACC, Azam Baki, poderia ter violado leis de participação acionária, segundo reportagens anteriores. A MACC rebateu as alegações como infundadas.
Parlamentares da coalizão do governo pediram uma investigação real sobre as denúncias reportadas pela Bloomberg. O governo afirmou que a comissão especial deve concluir a apuração ainda nesta semana, considerando ainda uma possível royal inquiry como prematura.
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