O Planalto minimizou os resultados das pesquisas eleitorais recentes, ao afirmar que a oposição ainda “joga sozinha”. A avaliação é de integrantes do governo federal, que não veem vínculos diretos entre o governo e as provocações da oposição.
A oposição hoje é liderada pelo deputado Flávio Bolsonaro (PL-RRJ), segundo a leitura oficial. O governo sustenta que o desgaste da imagem não é causado por ações diretas da gestão, mas por fatores externos.
Desfocando o foco interno, integrantes do governo citam fatores como desfiles carnavalescos e menções ao filho mais velho do presidente, o Lulinha, em investigações que miram o INSS. Segundo eles, esses elementos contribuem para a percepção de desgaste.
Contexto político
A ideia é que, mesmo diante da divisão no país, o governo conte com apoio estável entre parte da base. A gestão Lula vê as dificuldades de imagem como efeito de agenda adversa, não de falhas de condução administrativa.
O anúncio de que o governo entraria em “modo campanha” ocorreria a partir de abril, quando Lula deve deixar o papel de chefe de Estado para assumir o de candidato à reeleição, segundo a leitura de aliados.
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