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Colômbia vota para o Congresso e escolhe três candidatos presidenciais

Colômbia realiza eleições para o Congresso e escolhe três candidatos presidenciais; líderes não participam das consultas, sinalizando continuidade da incerteza política

Supporters of Colombian presidential candidate Ivan Cepeda hold campaign posters with his picture as they attend the closing ceremony of the Historic Pact (Pacto Historico) campaign at Plaza de Bolivar in Bogota
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Colômbia realiza eleição para o Congresso e consultas presidenciais para definir candidatos de diferentes espectros, neste domingo. No total, 41,2 milhões de cidadãos podem votar para o Legislativo e participar das consultas partidárias.

As consultas, que ocorrem em paralelo à eleição legislativa, permitem que partidos de direita, centro e esquerda escolham seus candidatos à Presidência. No entanto, os dois nomes mais cotados nas pesquisas não participarão das consultas deste domingo, mas concorrerão no pleito de 31 de maio.

Conselheiros e analistas indicam que o Congresso deve permanecer dividido entre várias legendas, o que pode dificultar a aprovação de propostas governamentais. Observadores também apontam que o processo eleitoral precisa manter a confiança pública na contagem de votos.

Cenário político e impactos

Especialistas destacam que, com o sistema multipartidário, alianças entre partidos centristas e tradicionais tendem a permanecer decisivas para formar a maioria no Congresso.

Empresas financeiras costumam enxergar o voto como autonomia de volatilidade: mudanças significativas no Congresso ou no Executivo podem influenciar o humor dos mercados, especialmente se houver sinais de alterações na política econômica.

Autoridades destacam que a infraestrutura do pleito, com mais de 860 mil mesários e 125 mil locais de votação, busca assegurar a lisura do processo, além de observadores de partidos e mais de três milhões de testemunhas partidárias.

Defesa informou que 246 mil membros das forças de segurança estão em alerta para evitar ataques de grupos armados ilegais e pressão sobre eleitores, prática comum em períodos eleitorais no país.

A disputa envolve, ainda, dúvidas sobre a confiabilidade de softwares de apuração usados na contagem, tema levantado por alguns candidatos, embora o órgão eleitoral afirme a transparência total do processo.

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