O governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PL), renunciou ao mandato nesta segunda-feira (23.mar.2026) durante cerimônia no Palácio da Guanabara, marcada para as 16h30. A decisão ocorre na véspera do retorno do TSE ao julgamento que pode cassar seu mandato e torná-lo inelegível por 8 anos, já com dois votos pela cassação.
A renúncia é apresentada como estratégia para evitar a cassação. Sem vice, o TJ-RJ assume interinamente: desembargador Ricardo Couto, atual presidente do tribunal. O vice de Castro, Thiago Pampolha, abriu mão do posto para ocupar vaga no TCE-RJ, e o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi preso e afastado pelo STF.
Governo interino e eleições
Ricardo Couto deverá convocar eleições indiretas para escolha de novo governador pela Alerj, com mandato até janeiro, quando toma posse o eleito neste ano. A posse pode definir o futuro político no estado, independentemente do julgamento do TSE.
Cenário político e desdobramentos
Se mantiver direitos políticos, Claudio Castro pode concorrer ao Senado nas eleições de 2026. O anúncio da renúncia altera o cenário político fluminense e o andamento do processo judicial em curso. As informações são apuradas até o momento.
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