O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou o bloqueio de suas contas bancárias e das contas de sua mulher. A alegação envolve o objetivo de inviabilizar sua atuação política e pressionar financeiramente a família.
Segundo Eduardo, ele está no exterior desde março de 2025, vivendo nos Estados Unidos em autoexílio. Ele disse ainda que não recebe salário da Polícia Federal, onde atuava como escrivão, e que o bloqueio comprometeria o sustento de seus filhos.
Em publicação nas redes sociais, o ex-parlamentar pediu exposição sobre o caso e afirmou ser alvo de perseguição política. Ele citou, sem provas, supostos contratos envolvendo a mulher de Moraes para justificar a comparação de rendimentos.
A PF determinou, em janeiro de 2026, o retorno imediato de Eduardo ao cargo de escrivão após a cassação de seu mandato, encerrando o afastamento para exercer a função parlamentar. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.
Eduardo Bolsonaro também mencionou a possibilidade de ações judiciais que poderiam tornar sua elegibilidade inapta, sugerindo sem provas paralelos com casos de condenação em improbidade administrativa de outras figuras.
O ex-deputado afirmou que não pretende recuar e manterá sua defesa de posicionamentos políticos, afirmando ser “o pior pesadelo” para seus adversários. Não houve resposta oficial consolidada até o momento.
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