O Senado dos EUA aprovou por unanimidade o financiamento da maior parte do Department of Homeland Security (DHS), nesta sexta-feira (27). O acordo cobre a TSA e a Guarda Costeira, mas deixa de fora o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e parte da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP). A votação ocorreu durante a madrugada, em sessão estendida.
O texto aprovado financia outros componentes do DHS, mas a Câmara dos Representantes precisa agir para que as agências financiadas possam reabrir. Sem a aprovação completa pela Câmara, algumas estruturas devem permanecer sem funcionamento pleno.
Antes do recesso de duas semanas, os senadores tentaram concluir o tema após negociações fracassadas na noite de quinta-feira (26). O acordo foi levado ao plenário na madrugada de sexta, com o objetivo de liberar o máximo do orçamento do DHS nesta etapa.
O impasse provocou retenção de salários de milhares de agentes da TSA e de outros funcionários do DHS, gerando atrasos em viagens e cancelamento de dezenas de voos pelo país. O episódio elevou a pressão sobre o Congresso para resolver a situação o quanto antes.
A bancada senatorial pressionou para uma solução rápida, buscando evitar prejuízos ao funcionamento de aeroportos e serviços de fronteira. O próximo passo envolve a Câmara, que precisa aprovar o acordo ou negociar ajustes para sua viabilização.
Próximos passos
A Câmara dos Representantes deverá analisar o texto e votar para que o financiamento seja oficialmente aplicado. Caso haja alterações, voltam-se a abrir negociações entre as casas. Enquanto isso, as equipes do DHS aguardam instruções sobre reabertura de operações.
Atualização
A qualquer momento pode haver novas informações sobre o desfecho do acordo e a reabertura das agências. O acompanhamento institucional mantém-se em desenvolvimento conforme os próximos desdobramentos.
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