Pussy Riot realizou uma ocupação nas dependências da empresa Ubiquiti, em Manhattan, na sexta-feira, para protestar contra o suposto papel da companhia na agressão militar russa. O grupo afirmou que a atuação da empresa facilita a comunicação entre tropas na linha de frente e, assim, participa de supostos crimes de guerra documentados pela Rússia.
Em vídeo divulgado pelo coletivo, uma integrante explica que o uso dos dispositivos da Ubiquiti tem permitido a comunicação entre militares russos, o que, segundo o grupo, sustenta ações descritas como crimes de guerra. O protesto ocorreu após a desativação de Starlink pela Rússia, segundo a narrativa apresentada pelo Pussy Riot.
O grupo apresentou três exigências: cumprir sanções impostas pelos EUA, reconhecer o uso dos equipamentos pela Força Russa e colaborar com a Ucrânia para interromper essa utilização. A organização afirmou que a resposta da Ubiquiti foi contatada pela empresa parceira Square, que desativou a conta associada à venda de camisetas em shows do Pussy Riot.
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