O Partido Liberal pediu ao STF que o comando interino do governo do Rio de Janeiro seja transferido para o futuro presidente da Alerj. A peça foi apresentada após o STF suspender o julgamento sobre se as eleições para o mandato-tampão devem ser diretas ou indiretas.
A Câmara Legislativa aguarda a decisão para definir o futuro da governança até a conclusão do processo. O presidente do TJ-RJ pode permanecer no cargo interinamente até que a Corte decida. O julgamento está marcado para 8 de abril.
O que está em jogo
A discussão envolve quem assume o governo estadual caso haja vacância. Se houver eleição indireta, deputados escolheriam o governador-tampão; se direta, o voto popular diria quem dirige o estado temporariamente.
Contexto eleitoral
A linha sucessória ficou em debate após Cláudio Castro renunciar para disputar o Senado. O TSE já declarou inelegibilidade, o que influencia a composição no Palácio Tiradentes. A Alerj vive incertezas sobre a eleição da próxima presidência.
Cenário atual
O governador interino é o presidente do TJ-RJ, Ricardo Couto de Castro. A votação na Alerj ainda não ocorreu, pois o TRE-RJ precisa retotalizar votos de um caso anterior envolvendo Rodrigo Bacellar, cassado pelo TSE.
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