O Conselho de Local 802, com sede em Nova York, e o Local 47, de Los Angeles, filiados à Federação Americana de Músicos (AFM), emitiram uma nota de apoio a Bruce Springsteen diante de críticas do presidente Donald Trump. A declaração ocorreu após Trump atacar o músico publicamente em redes sociais.
Segundo os dirigentes Dan Point e Marc Sazer, Springsteen é valorizado como voz dos trabalhadores e símbolo de resistência, destacando que músicos têm direito à expressão. A nota reforça que a defesa da liberdade de expressão é um pilar do sindicato.
O recado dos dirigentes saiu dias depois de Trump classificar Springsteen de cantor ruim e entediante e incentivar o boicote ao artista, em uma postagem na Truth Social. O episódio sucede a momento em que Springsteen iniciou uma turnê com tom politizado.
Contexto da atuação sindical
Em comunicado, os presidentes destacaram que Springsteen tem trajetória marcada por mensagens sobre os trabalhadores, de Nebraska a Born to Run, e que ele permanece ativo em mobilização social, segundo a AFM.
As reações vêm em meio a uma sequência de críticas públicas entre o artista e o governo. Uma porta-voz da Casa Branca não comentou diretamente o assunto, sinalizando que preferia remeter a declarações já feitas pelo presidente.
Sobre a turnê de Springsteen
Na abertura da turnê de Springsteen, em Minnesota, o músico ressaltou pedidos por humanidade e defendeu valores democráticos, chamando a atenção para a defesa da lei e da ética pública, conforme relatos da imprensa especializada.
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