Marina Silva confirmou nesta sábado sua permanência na Rede Sustentabilidade e avisou estar à disposição para disputar o Senado por São Paulo. A possível chapa envolve Simone Tebet, do PSB, conforme o texto divulgado pela ex-ministra.
O palanque desejado também seria alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro Fernando Haddad, reforçando a sintonia com o projeto do governo federal. A nota destaca a defesa da reeleição de Lula e a construção de uma frente democrática no estado.
Marina afirma ter tomado a decisão após reflexão cuidadosa e reforça o compromisso com a restauração dos princípios da Rede. A nota enfatiza a necessidade de ecossistemas partidários plurais para enfrentar ameaças autoritárias e a construção de um campo democrático diverso.
A parlamentar ressalta que manterá atuação conjunta com PT, PSB, PSOL, PDT, PV e PCdoB, mesmo em meio a tensões internas na sigla. Ela ressalta que a decisão busca fortalecer o campo democrático e manter a Rede como base de atuação.
Contexto político
Marina Silva é conhecida pela atuação ambiental e pelo campo progressista. Natural do Acre, destacou-se pela defesa da Amazônia e do desenvolvimento sustentável, atuando como senadora e como ministra do Meio Ambiente.
Entre 2003 e 2008, ocupou o cargo no primeiro governo Lula, retornando ao ministério em 2023. Já concorreu à Presidência da República em três ocasiões, consolidando-se como referência ambiental e de centro-esquerda.
Fundadora da Rede, Marina mantém o foco em democracia, justiça social e agenda climática, temas que seguem como eixo de sua atuação pública.
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