O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou durante depoimento à CPI do Crime Organizado nesta quarta-feira, em Brasília, que a instituição tem o dever constitucional de cooperar com órgãos e instituições que têm competência legal e técnica para investigação de crimes organizados. A fala reforça a atuação conjunta no combate a facções criminosas. Roberto Campos Neto, ex-presidente do BC, não participou da sessão.
Segundo Galípolo, a cooperação é parte central da estratégia institucional para enfrentar atividades ilícitas que impactam o sistema financeiro e a economia. O objetivo é integrar ações entre autoridades, bancos e órgãos de fiscalização para ampliar a capacidade de investigação e de propositura de medidas preventivas.
Papel do BC no combate ao crime organizado
O depoimento ocorreu em meio a debates sobre a cooperação entre o Banco Central e agentes públicos na repressão a crimes financeiros. O presidente do BC ressaltou que a atuação conjunta deve ocorrer com instituições que possuem legitimidade e recursos técnicos adequados para apurar e coibir atividades criminosas. A ausência de Campos Neto na sessão é observada pela comissão, sem apresentação de justificativa pública.
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