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TSE alerta golpe: mensagem falsa cobra para regularizar pendências eleitorais

Golpe via WhatsApp finge cobrança do TSE para regularizar pendências eleitorais; serviços são gratuitos e link leva a pagamento fraudulento

Mensagem de WhatsApp induz entrega de dados pessoais — Foto: g1
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alertou que mensagens de WhatsApp abaixo de tom alarmista cobram dinheiro para regularizar pendências eleitorais. O conteúdo afirma irregularidades no CPF e requer acesso a um link fraudulento para a regularização. Trata-se de golpe já identificado pelas verações de fato.

Na mensagem, o texto utiliza urgência e ameaça, dizendo que sem regularização haverá bloqueios de serviços públicos, emissão de documentos e restrições ao voto. Ao preencher dados e clicar em consultar situação, a vítima é levada a pagar uma suposta dívida de 66,80 reais via PIX, sem revelar o destinatário final.

O TSE declarou oficialmente que não cobra por serviços de regularização eleitoral e que boletos, pagamentos ou solicitações de dados por mensagens não são realizados. A instituição reforçou que apenas canais oficiais devem ser usados para informações e procedimentos.

Como funciona o golpe

A sequência fraudulenta começa com um aviso falso de regularização vinculado ao CPF. O usuário é levado a preencher dados e a seguir é direcionado a uma segunda página que aponta débitos em aberto e oferece um botão que gera um QR Code para PIX.

O texto promove urgência, sem detalhes oficiais, e utiliza linguagem genérica para parecer legítimo. O link apresentado não corresponde a domínios oficiais do Judiciário, o que caracteriza tentativa de fraude.

Indícios de golpe incluem pedido de ação imediata por mensagens, promessa de benefícios irresistíveis e a ocultação de quem recebe o dinheiro. O uso de autoridade do TSE é comum para ganhar credibilidade.

Orientações de prevenção

Acesse apenas os canais oficiais da Justiça Eleitoral para informações. Verifique endereços oficiais antes de qualquer ação. Desconfie de mensagens que solicitam dados pessoais ou bancários por aplicativos ou mensagens. Em caso de dúvida, contate tribunais por meios oficiais.

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