Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Zema diz que primeira medida, se eleito, será propor novo Supremo

Zema propõe ao Congresso um novo STF com mandato de quinze anos, proibição de parentes de ministros em negócios e maior responsabilização de membros

Romeu Zema lança diretrizes do seu plano de governo em um evento em São Paulo sob o mote 'O Brasil sem intocáveis'
0:00
Carregando...
0:00

O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou que, se eleito, a primeira medida do governo será apresentar ao Congresso a ideia de um novo Supremo Tribunal Federal. Ele também pediu a prisão de dois ministros, citando exemplos para justificar mudanças no judiciário.

Durante evento em São Paulo, com o mote O Brasil sem intocáveis, Zema apresentou diretrizes do plano de governo, destacando a necessidade de que ministros do STF prestem contas de seus atos e que haja mudanças estruturais no Judiciário.

Entre as propostas, o ex-governador defende a proibição de parentes de ministros de ocuparem negócios jurídicos e a adoção de idade mínima de 60 anos para indicação ao STF, com mandato de 15 anos.

O campo político também foi alvo de críticas: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi acusado de dificultar investigações sobre ministros, segundo Zema. O ex-governador pediu ações firmes contra supostos desvios.

Apoiadores do Novo veem as propostas como forma de restabelecer a função constitucional da Corte. O objetivo é reduzir o protagonismo político do STF e evitar interpretações legislativas por parte da Corte, segundo declaraciones de aliados.

Em relação à economia, o plano inclui cortes de gastos, redução de impostos e estímulo a investimentos privados em infraestrutura. Zema diz que é possível gerar 500 mil empregos com alterações no Bolsa Família.

Sobre o Bolsa Família, o texto propõe exigir que beneficiários homens adultos aceitem empregos disponíveis, com atualização de regras para obrigatoriedade de atuação e conclusão de cursos, sob pena de corte do benefício.

O programa de privatizações também é defendido, com a ideia de ampliar a participação privada em empresas estatais. A abordagem contrasta com a gestão anterior de Zema em Minas, que não concluiu privatizações de Cemig, Copasa e Gasmig.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais