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Novas estratégias do presidente da Alerj para assumir o governo do Rio

Nova presidência da Alerj, sob Douglas Ruas, mira o Palácio Guanabara, em meio a questionamentos judiciais sobre a eleição e a sucessão no Rio

Douglas Ruas foi eleito novamente presidente da Alerj. (Octacílio Barbosa/Alerj/.)
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O deputado Douglas Ruas (PL) foi eleito presidente da Alerj na sessão desta sexta-feira, 17, em meio a questionamentos judiciais sobre a legitimidade da votação. A eleição ocorre em um momento de incerteza institucional no Rio de Janeiro, com o governo estadual sem governador e sem vice.

A primeira votação, em 26 de março, foi anulada pela Justiça horas após a realização. A oposição também contesta a nova votação de sexta. Enquanto isso, Ruas projeta a liderança da Assembleia como passo para disputar o Palácio Guanabara.

Ruas e aliados avaliam estratégias para viabilizar a eventual ascensão ao Executivo. O Supremo Tribunal Federal já definiu que o desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ, comanda o estado neste momento. A mesa diretora estuda encaminhamentos jurídicos para definir a eleição-tampão.

Estrutura institucional e próximos passos

A Alerj discute, com apoio jurídico, ações no STF para confirmar ou contestar o resultado. A Procuradoria da Alerj analisa a possibilidade de novas medidas ou de recursos nos processos em andamento. A dúvida é como ficará a linha sucessória até outubro.

O cenário envolve o calendário eleitoral. Ruas afirma buscar a normalidade institucional, enquanto a oposição teme desfechos que favoreçam a campanha do deputado. Debates jurídicos permanecem em curso para definir a legalidade da escolha.

Contexto e declarações públicas

O estado vive período de transição entre poderes, com decisões liminares impactando a eleição na Alerj e a eventual sucessão estadual. A defesa de Ruas sustenta que a eleição busca estabilizar o governo. A oposição reforça a necessidade de orientação do Judiciário.

No âmbito político, ministros do STF têm monitorado a composição de forças no Rio, citando casos anteriores de infiltração de atividades criminosas na política. A sinalização é de que o cenário judicial continuará influenciando o calendário eleitoral.

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