Na manhã de uma audiência do Comitê de Bancos do Senado, Elizabeth Warren, senadora democrata de Massachusetts, questionou Kevin Warsh sobre seus ativos não divulgados e o qualificou como possível “instrumento indireto” de Donald Trump. O encontro ocorreu em Washington, durante o processo de confirmação de Warsh para a presidência do Federal Reserve.
Warren afirmou que a transparência sobre ativos é essencial para evitar conflitos de interesse na política monetária. Ela sugeriu que a relação entre Warsh e a administração atual poderia influenciar decisões futuras no banco central.
Warsh disse estar disposto a vender os ativos antes de tomar o juramento, afirmando que a obrigação de cumprir as regras de divulgação será atendida. Não houve, até o momento, confirmação de valores específicos ou de medidas adicionais.
A votação sobre a indicação segue em curso no Senado. A confirmação depende de apoio entre as bancadas e de avaliações sobre o histórico regulatório e financeiro do candidato. O desfecho poderá impactar a condução da política monetária dos EUA.
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