Romeu Zema, ex-governador de Minas, afirmou nesta quarta-feira que não recebeu convite formal de Flávio Bolsonaro para ser vice na sua chapa. Mesmo assim, ele disse que manterá a candidatura à Presidência até o fim.
O ex-governador explicou que, na avaliação dele, uma coalizão de candidaturas da direita costuma fragilizar a esquerda, que hoje reúne apoio apenas com o presidente Lula e dois pré-candidatos de partidos mais radicais que aparecem com baixa avaliação nas pesquisas.
Zema citou a experiência chilena como referência, onde Antônio Kast venceu após um primeiro turno com várias candidaturas de direita. Segundo ele, Bolsonaro apoiaria a ideia de lançar múltiplas candidaturas de direita.
“Em agosto do ano passado, estive em Brasília com o presidente para comunicar minha candidatura e ele comentou que, quanto mais candidatos à direita, melhor”, relatou. A crítica central é a estratégia de ampliar a base de apoio da direita.
Contexto da direita
O assunto envolve possível movimento político envolvendo a chapa de Flávio Bolsonaro, com foco na composição e na estratégia de lançamento de múltiplas candidaturas, conforme discutido por aliados e observadores ouvidos pela imprensa.
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