O papa Leão XIV afirmou que imigrantes são tratados como se fossem piores que animais, durante o voo de volta a Roma após passagem por quatro países na África. O pontífice pediu um tratamento humano para migrantes e refugiados que fogem de violência ou pobreza. Não houve menção a países específicos.
O papo ocorreu em meio a críticas às políticas de imigração mais rígidas dos últimos tempos, incluindo ações associadas ao governo dos Estados Unidos. O papa destacou que migrantes são seres humanos e devem ter dignidade reconhecida.
Leão XIV também questionou o papel das nações mais ricas na origem da migração. Ele pediu que esses países ajudem no desenvolvimento dos locais de origem para reduzir a necessidade de deixá-los, perguntando o que é feito para mudar a situação nesses países.
Pedido de apoio aos países de origem
O pontífice relativizou o direito de controlar fronteiras como prioridade única e enfatizou a cooperação internacional. Segundo ele, o combate às causas da migração deve andar junto com políticas humanas para quem já cruza fronteiras.
Ele ressaltou que a responsabilidade não é apenas dos países de passagem, mas de toda a comunidade global. A mensagem foi recebida como apelo por políticas mais humanas e focadas no desenvolvimento.
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