O decano do STF, Gilmar Mendes, está conduzindo a costura de um pacto entre os Poderes para reformar as instituições. Nessa semana, ele já manteve contato com o presidente da Câmara, Hugo Motta, que acolheu a ideia. Nos próximos dias, Mendes deve falar com Davi Alcolumbre e com o presidente Lula.
O movimento pró-reforma, iniciado por Flávio Dino e abraçado por Mendes, já falta de forma concreta no tribunal. Fachin, chefe da Corte, aparece cada vez mais isolado, após a rejeição de um código de conduta. O grupo defende um plano mais amplo de alterações institucionais.
A proposta busca compartilhar responsabilidades entre os Poderes, evitando que culpa recaia apenas sobre o Judiciário. Os ministros veem necessidade de medidas que melhorem o funcionamento institucional diante de crises, como a repercussão envolvendo o Banco Master.
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