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Ministério lança campanha Brasil sem Misoginia para avanços no Congresso

Campanha Brasil sem Misoginia pressiona Câmara pela aprovação do Projeto de Lei 896/2023, após aprovação no Senado, para equiparar misoginia a crime de preconceito

Imagem da noticia Ministério das Mulheres lança campanha “Brasil sem Misoginia” para pressionar avanço de projeto no Congresso
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O Ministério das Mulheres lançou neste domingo a mobilização nacional Brasil sem Misoginia, em parceria com a plataforma Mulheres Inspiradoras. O objetivo é ampliar o debate público sobre misoginia e apoiar o Projeto de Lei 896/2023, em tramitação na Câmara.

A secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra, representou o ministério e destacou a importância da parceria entre poder público e sociedade civil no enfrentamento à violência de gênero.

A mobilização surge diante de preocupações com o aumento da violência contra mulheres no Brasil e de ataques misóginos, sobretudo no ambiente digital. O PL 896/2023 propõe equiparar misoginia a crime de preconceito, com penas semelhantes às do racismo. O texto foi aprovado no Senado e aguarda análise na Câmara.

Contexto e dados

Dados recentes indicam 1.568 feminicídios registrados em 2025 no país. Especialistas apontam que a misoginia pode atuar como etapa inicial da violência, promovendo hostilidade, desqualificação e silenciamento de mulheres.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que enfrentar a misoginia é essencial para transformar a cultura que sustenta diferentes formas de violência. Geovana Quadros, fundadora da plataforma, ressaltou a naturalização de ataques e tentativas de silenciamento.

Desdobramentos da campanha

A campanha prevê atuação nas redes sociais com participação de lideranças, influenciadores e cidadãos apoiando a iniciativa e a aprovação do PL 896/2023. Também pretende ampliar o debate público sobre misoginia, especialmente no ambiente digital.

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