No Towson, Maryland, a Apple anunciou o fechamento da primeira loja da empresa a ter trabalhadores sindicalizados nos EUA, com término previsto para junho. A decisão ocorreu após a vitória sindical de 90 colegas em 2022, que ingressaram no IAM Core. O fechamento gerou críticas de sindicatos, que veem a medida como estratégia para enfraquecer a Organização.
O movimento sindical alega que a Apple está impedindo direitos de transferências e outros benefícios para funcionários sindicalizados, em comparação com trabalhadores de lojas não sindicado. A entidade também afirma retaliação aos que participaram da mobilização. A empresa nega as acusações e diz que cumprirá o acordo negociado com o sindicato.
O caso ficou na mira de autoridades trabalhistas locais, com o IAM apresentando uma prática trabalhista injusta. A Apple afirmou que o acordo coletivo restringe transferências e que a decisão de fechar as lojas obedece a condições de mercado, incluindo queda de operações em vários shoppings. O fechamento afeta também trabalhadores que precisam concorrer a vagas em outras unidades.
Reação e próximos passos
O sindicato pediu a reversão do fechamento e incentivou clientes a apoiar a permanência da loja, além de orientar colegas a contatar o conselho de diretoria da Apple. Representantes da IAM afirmam que a medida prejudica trabalhadores sindicalizados de forma desigual, ressaltando a importância de manter empregos por meio de transferências dentro de regras acordadas.
Para os trabalhadores afetados, a recomendação é buscar remanejamento para vagas abertas em lojas próximas, conforme o acordo coletivo. A Apple informou que os funcionários de Towson poderão se candidatar a posições disponíveis, seguindo as regras contratuais, e que outros locais próximos também absorverão parte das funções.
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