João Campos, do PSB, foi reeleito prefeito do Recife, Pernambuco, com cerca de 80% dos votos válidos, segundo Datafolha. A eleição, realizada no segundo turno, ocorreu após o falecimento de Eduardo Campos, ocorrido anos antes, que foi lembrado na campanha. Campos divulgou imagem com a viúva e os filhos de Eduardo, reforçando a ligação política. A campanha teve estratégias diferentes entre os candidatos.
Raquel Lyra, do PSDB, venceu Marília Arraes, do Solidariedade, e tornou-se a nova governadora de Pernambuco. A vitória ocorreu no pleito majoritário, em que a campanha ganhou contornos de disputa intensa e de homenagens ao ex-governador Eduardo Campos. Lyra destacou-se ao liderar no primeiro turno, tornando-se uma das poucas mulheres eleitas governadoras no estado.
A campanha no Recife foi abalada pela morte de Eduardo Campos, com suspensão de atividades em parte do período eleitoral. O TRE-PE atendeu ao pedido da família para restringir o uso de imagens do ex-governador em propaganda. Mesmo com o luto, candidatos seguiram com estratégias distintas para engajar eleitores.
Dentre os temas discutidos esteve a necessidade de melhorar indicadores sociais sob a nova gestão estadual. Parlamentares também apareceram na cobertura, com relatos sobre propostas e eventual propina envolvendo apoio a candidatos de Campos, segundo uma apuração de atribuições de agentes públicos. As campanhas seguiram com enfoques variados, ainda que mantivessem a referência a Eduardo Campos.
Notas finais apontam que as eleições de Pernambuco trouxeram mudanças significativas na liderança do estado e do Recife, com continuidade política em algumas bases e renovação em outras. As informações são fruto de apuração jornalística e dados oficiais de divulgação eleitoral.
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