Prosecutores pedem detenção de suposto atirador no jantar de correspondentes da Casa Branca
Ações: investigadores apresentaram uma acusação detalhada sobre um plano de semanas para matar Donald Trump e membros do seu gabinete durante o Jantar Anual de Correspondentes, a que mais de 2.500 jornalistas da região assistiam.
Quem está envolvido: Cole Tomas Allen, 31 anos, tutor de Torrance, Califórnia. Os fiscais afirmam que ele planejou o ataque com armas apreendidas pela polícia. Allen ainda não respondeu às acusações.
Quando e onde: o incidente ocorreu na noite de sábado, por volta das 20h40, durante o jantar de correspondentes na Casa Branca, em Washington. Allen foi detido após passar por um ponto de segurança da Secret Service.
Por que aconteceu: o processo aponta para um plano deliberado para matar Trump e integrantes do alto escalão, com motivação alegadamente vinculada a condutas reconhecidas pelo agressor em mensagens anteriores.
Provas apresentadas: o pedido de detenção inclui duas selfies de Allen em frente a um espelho, vestindo terno preto, com duas armas de fogo e várias facas presas à cintura. os fiscais afirmam que são as mesmas armas que teriam sido confiscadas após o ataque.
Conteúdo das investigações: os promotores descrevem evidências que, segundo eles, demonstram a culpa de Allen de forma contundente. A pena pode chegar à prisão perpétua, com mínimo de 10 anos, conforme o inquérito.
Comandos de segurança no local: de acordo com registros do tribunal, um agente da Secret Service impediu Allen em poucos segundos após a chegada dele ao ponto de verificação. Houve troca de tiros, e um posto policial foi atingido, mas nenhum civil ficou ferido, conforme a autoridade local.
Evolução do caso: filmagens de vigilância analisadas pelo Washington Post mostram o policial sacando a arma rapidamente, sem que se observe, nas imagens, disparos de Allen. No entanto, o parecer do governo sustenta que houve disparos do suspeito conforme depoimento.
Motivações e comunicações: emails pré-agendados, enviados minutos antes do ataque, sugerem conflitos com figuras acusadas. Em um suposto rascunho, Allen descreve regras para o ataque e cita um desfecho crítico para a segurança do local.
Perfil público do acusado: na cena on-line, Allen utilizava apelidos como coldForce e @CForce3000 em plataformas de jogos e redes sociais. Registros indicam ligações entre seu nome e perfis de curadoria em Steam.
Contexto político: desde a segunda vitória de Trump, as publicações de Allen mudaram para comentários políticos mais ásperos, incluindo críticas extremas ao ex-presidente e à legitimidade de resultados eleitorais, segundo veículos de notícia.
Primeira aparição em tribunal: Allen compareceu pela primeira vez aos tribunais federais nesta segunda-feira, no processo que tramita na capital federal. A defesa ainda não apresentou sua defesa formal.
Fontes: documentos oficiais do tribunal e apurações de veículos como CNN e Washington Post. As autoridades não divulgaram detalhes adicionais ao público.
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