Robson de Souza, conhecido como Robinho, continua a cumprir pena de nove anos por estupro coletivo cometido em 2013 na Itália. O caso tramita no STF, onde ele busca liberdade por meio de habeas corpus.
O ex-jogador constituiu um novo advogado para o recurso. Bruno Dias Cândido recebeu poderes por meio de procuração apresentada ao STF na última quarta-feira. Cândido já integra o CNPCP, indicado pelo Ministério da Justiça.
Apesar da nomeação de Cândido, a defesa anterior, liderada pelo advogado José Eduardo Rangel de Alckmin, permanece na atuação. Não houve resposta oficial sobre a retirada de Alckmin do caso até o momento.
Desde a condenação italiana homologada no Brasil, Robinho acionou o STF em três habeas corpus, sem sucesso. O recurso mais recente, apresentado em novembro, questiona a classificação de crime hediondo para facilitar a progressão de regime. O processo está paralisado há cinco meses.
Robinho já esteve preso em Tremembé II, conhecido como o “presídio dos famosos”. A defesa aventou a possibilidade de transferência para Limeira, para evitar holofotes, conforme rumores veiculados pela imprensa. A transferência não foi confirmada.
Entre na conversa da comunidade