Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Um ano depois, Lula não aprovou o fim da 6×1

Um ano após o anúncio, a proposta de reduzir a jornada para 40 horas ainda não avança no Congresso, enquanto o governo mantém o projeto próprio

Segundo Motta, “a decisão do senhor de atender a indicação em nome de Gustavo Feliciano, antes de tudo, demonstra a sua sensibilidade política e a sua capacidade de agregar”
0:00
Carregando...
0:00

No 1º de maio de 2025, Lula anunciou em cadeia nacional que o governo iria aprofundar o debate sobre a redução da jornada de trabalho. Um ano depois, a proposta ainda não virou lei e a escala 6 X 1 continua vigente.

O regime 6 dias de trabalho por 1 de folga é comum no comércio e serviços. A Constituição de 1988 não proíbe esse formato, apenas estabelece a jornada de 44 horas semanais. O governo propõe 40 horas semanais, com dois dias de descanso, sem queda de salário.

Atualmente, tramitam no Congresso três PECs sobre o tema. Duas estão apensadas na comissão especial da Câmara, a outra na pauta do Senado. O governo trabalha pela aceleração do projeto de sua autoria.

Contexto atual

O governo prefere o projeto próprio, que pode sofrer vetos parciais se modificado pelo Congresso. PECs, por alterar a Constituição, não passam por sanção presidencial.

Na abertura dos trabalhos de 2026, a prioridade no plenário é o fim da 6 X 1, ao lado de regulamento do trabalho por aplicativos e de segurança pública. A medida é vista como potencial vetor de adesão popular.

Simetria política

A pauta é utilizada como combustível da campanha de reeleição de Lula, diante da queda de popularidade e do crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas. Do Planalto, a estratégia é manter a tramitação do projeto governista.

O ponto sensível envolve a natureza jurídica da proposta. Se o Congresso aprovar o texto do governo, ele poderá vetar trechos específicos. Em PECs, a promulgação cabe às Mesas da Câmara e do Senado, sem sanção presidencial.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais